
Eu me forço,
eu me esforço
Eu esboço.
A cabeça baixa,
os pés no chão,
a mente no mundo
A palavra muda.
Eu quero dizer,
aquilo que não sai da entrelinha.
Reparo em mim,
que pontuo a fala,
crio certezas,
destruo o tempo.
Só e só.
Futuro do presente preencherei você,
vazio presente eu me entrego.
Em modo negativo eu resisto,
mais uma noite não me lanço a você.
Pretérito mais que perfeito eu teria você na cama,
se eu não tivesse desistido.
Em modo imperativo eu insisto,
amor possível detesto você.
Prefiro o outro futuro do pretérito,
veria-lhe-ia como nunca vi.
Até cheirar minha pele,
meus olhos terão te olhado presente do desejo,
a sussurar amor.
Este papel,
me tira a vida vivida,
me trás aqui,
eu piso dentro,
me rasgo toda,
fico nua pra você,
que não sabe quem eu sou,
Mas eu te supervalorizo.
se eu não tivesse desistido.
Em modo imperativo eu insisto,
amor possível detesto você.
Prefiro o outro futuro do pretérito,
veria-lhe-ia como nunca vi.
Até cheirar minha pele,
meus olhos terão te olhado presente do desejo,
a sussurar amor.
Este papel,
me tira a vida vivida,
me trás aqui,
eu piso dentro,
me rasgo toda,
fico nua pra você,
que não sabe quem eu sou,
Mas eu te supervalorizo.
Adorei a singularidade do seu blog, principalmente, do textos!
ResponderExcluiradorei!
Concordo,seu singular é plural.
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