domingo, 9 de março de 2014
No seu colo quente desfruto calma, um gole de alma e vontade de poder
Tudo o que há de bom cria o que eu divido
E ainda me entorna uma boa dose de mim
Sinto-me rara como a lua clara
A única a iluminar a escuridão dos caminhos densos
De ladinho, por trás
Estímulos que no meio quente
Se tornam consistentes
Testemunho, aos olhos da carne,
O que escorre no afago dessas tuas
Partes nuas
E ocultas
Entrego-me ao sensorial fato de tê-lo em meu mais alto
Ato humano
Me divido em parte inteira
Nessa brincadeira de pele e desejo
De te amar
Minha culpa, desculpa
Cobra, envenena
Só me livro dela
Nas possibilidades
Excitadas pelo amor
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